Desanimada, cansada.
Iludida.
Amada, será?

Morrendo de vontade de ficar aninhada nos seus braços. Quentinha não rima. Contando os pelos do seu rosto e me perguntando porque meus dentes não te deixam marcas.
E aqui agora, sozinha. Tentando não parecer ciumenta. Não parecer burra.
E tentando fazer com que esses textos não se pareçam com o que de verdade são.
Nem que pareçam idiotas.

Pareço desesperada?
Esses dias dormi abraçada com a bolsa de água quente. Quentinha.

É só pra você rir.

Gosto muito de você.
Não sei se você tá vendo, esse é o último pedaço de mim que acredita em você. Acho que não dá pra ver, é bem pequeno. É a única parte de mim que ainda treme quando te vê. É o único que você ainda não estragou.
Mas, em menos de 5 minutos, antes mesmo de eu ter deixado você voltar, já caga em tudo, pisa em cima e sai sujando o chão. Obrigada por me fazer lembrar o quanto você devia ser ninguém.
Não importa o que aconteça, é sempre uma parte de mim que vai embora.
Desculpa por tudo. Mesmo. De antes, de agora. O que eu fizer depois.
Foi a melhor pessoa que eu podia ter encontrado. Mas. Tudo tem um mas.
Não leve tudo de você. Deixa um pouquinho.

Obrigada por existir.

desculpa
Vamos recapitular, ok?
Esqueça tudo que foi dito. O que foi escrito aqui, o que leu.
Não tem nada aqui dentro pra você.

Hoje não é um bom dia.
Parei de te comer com o coração. Será que você fica inteiro meu?
Me fazendo de difícil pra você perceber minha carência. Será que diz que me ama?
O mundo vai ser nós dois. Mas não agora.